A inclusão no DNA: o que o Magazine Luiza faz para ser referência em diversidade

A empresa traz dois trunfos importantes para a criação de um ambiente inclusivo: as políticas corporativas e uma cultura forte

Quem acompanha o Blog do Hugo sabe que a gente acredita que as empresas têm um papel fundamental na construção de um mundo mais acessível. Elas são capazes de dar exemplos para as outras organizações e de sensibilizar as pessoas, aumentando o alcance da acessibilidade.

É por isso que sempre contamos cases de sucesso de empresas que fazem a inclusão acontecer de verdade. E o Magazine Luiza é uma das empresas que está à frente desse movimento, trabalhando o tema com seus funcionários e clientes de forma exemplar. E sabe porque a empresa é referência em inclusão?

A gente te conta aqui embaixo! Mas aí vai uma dica: a inclusão tem tudo a ver com a essência do Magazine Luiza!

Inclusão no passado, presente e futuro

Em um primeiro momento pode ser difícil entender como o Magazine Luiza trabalha a inclusão com os seus clientes, mas esse é um objetivo da empresa há muito tempo. Lá atrás, a varejista foi responsável por colocar a primeira máquina de lavar roupas nas casas das famílias brasileiras. O que hoje é totalmente comum, na época teve um valor enorme para as mulheres, que tradicionalmente são responsáveis pelas atividades domésticas. Um ganho de tempo e liberdade.

Atualmente, em um mundo que é cada vez mais voltado para o ambiente virtual, o ML aposta na inclusão digital como caminho para a acessibilidade. E a gente sabe como a tecnologia tem o poder de levar as pessoas mais longe. Hoje, mais do que nunca, muitos serviços e informações só podem ser acessados online, de forma que é super importante saber utilizar os aparelhos eletrônicos. Ciente disso, a empresa lançou o aplicativo Lu Conecta, que traz dicas sobre como usar celulares e computadores e conta com atendimento 24h para dúvidas. Assim, mais pessoas têm acesso a tudo que está disponível na internet.

O mesmo vale para os surdos, que podem acessar o site do Magazine Luiza e fazer compras com a ajuda do Hugo, o intérprete virtual da Hand Talk, que realiza a tradução dos conteúdos em português para Libras, a Língua Brasileira de Sinais. Você pode conferir o Hugo em ação no site clicando aqui!

O que é feito dentro de casa

Da porta para dentro, o Magazine tem dois trunfos importantes para a criação de um ambiente inclusivo: as políticas corporativas e uma cultura forte.

Desde 2013 a companhia tem posto em prática seu Programa de Inclusão Social, que é pautado em treinamentos e cursos internos. Foram desenvolvidos cursos intensivos de Libras para as regionais e cursos abertos para as equipes, aproximando os funcionários ouvintes dos surdos. Além disso, uma série de sensibilizações foi realizada, para quebrar o que costuma ser a maior barreira para a acessibilidade: o comportamento das pessoas. Por fim, também na implantação do programa, várias lojas passaram por reformas para ficarem com estruturas arquitetônicas acessíveis, possibilitando o deslocamento de funcionários e clientes com mobilidade reduzida.

Outra iniciativa importante é a participação da empresa na Rede Empresarial de Inclusão, um conjunto de empresas que tem a missão de promover a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, por meio da troca de conhecimentos e parcerias.

A inclusão no DNA da empresa

Todas essas iniciativas são fruto de uma cultura pró-diversidade que é natural ao Magazine Luiza. De acordo com a pesquisa de clima da empresa, os próprios funcionários a reconhecem como diversa. “Ter uma cultura de diversidade é tão importante quanto ter políticas e práticas de inclusão estruturadas”, afirma Ana Herzog, Gerente de Sustentabilidade da organização.

Seja na sede administrativa em São Paulo – onde dá para notar facilmente como tem gente de todo tipo trabalhando por lá – ou nas lojas, fica claro que a inclusão faz parte do dia a dia do Magazine Luiza. E tem um exemplo bem legal disso tudo na prática, o caso do Charley, vendedor surdo do Magazine: Confira o vídeo:

Nada melhor que aprender com quem é referência no assunto, não é? E você, conhece outras organizações que são exemplo em inclusão e acessibilidade? Conta para a gente nos comentários!

Por João Vitor Bogas, da Hand Talk