Mercado registra alta na taxa de contratação de executivos

Dados do CAGED e do IBGE apontam que o desemprego no país está em processo de desaceleração

O Brasil gerou 35.900 novas vagas formais de trabalho em julho, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgado pelo Ministério do Trabalho. O número de admissões com carteira assinada foi maior do que o de demissões, 1.167.770 contra 1.131.870, resultando neste saldo positivo de novos postos de trabalho.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também aponta números favoráveis: o desemprego no país teve sua primeira queda significativa desde 2014, alcançando uma taxa de 13%, uma queda de 1,7 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre de 2017.

Esta pequena melhora no mercado de trabalho brasileiro já pode ser percebida pelos profissionais da STATO, consultoria especializada na movimentação de executivos. A taxa de recolocação da empresa vem crescendo desde o início do ano, sendo que o número de recolocados em agosto foi 16% maior do que em julho. Entretanto, Nath​alie Ohl Garrafa​, Coordenadora de Atendimento e Consultora de Carreira da STATO, acredita que a criação de novas vagas será sentida pelo mercado e ​estará mais evidente nas estatísticas ​dos próximos meses.

A coordenadora da STATO ainda acrescenta que, além do número de contratações já ter começado a aumentar nos níveis gerenciais e operacionais, o mercado também tem absorvido mais profissionais de alta gerência que, no geral, têm mais dificuldade para se recolocar. “No último bimestre, apesar de 49% das contratações registradas pela STATO serem de média gerência (Supervisores, Coordenadores e Gerentes), 39% ​das recolocaç​ões foram ​de profissionais de alta gerência, como Superintendentes, Diretores e CEO’s ”, revela Nathalie.