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78% das empresas vão implantar novas ações para tratar da saúde mental dos trabalhadores

Em grande parte delas, os colaboradores já participam ativamente do planejamento das ações de cuidados com a saúde emocional

Grande parte das empresas irá implantar algum programa de saúde mental nos próximos dois anos. De acordo com a pesquisa “Tendências de Saúde Mental na América Latina e Caribe 2019“, da consultoria Mercer Marsh Benefícios, que avaliou iniciativas de 880 empresas (158 do Brasil) de 11 países da América Latina, 78% das companhias brasileiras desejam implementar algum programa de saúde mental nos próximos dois anos.

O estudo mostra ainda que em 77,2% das empresas brasileiras, os trabalhadores podem participar do planejamento das iniciativas de gestão de saúde mental. Em outras empresas atuantes nos demais países da América Latina como Colômbia, México, Panamá e Peru, os colaboradores também têm grande participação no planejamento das ações.

A pesquisa revela um grande engajamento das lideranças nas questões para endereçar cuidados com a saúde emocional. No Brasil, 79,8% das empresas afirmaram ter a diretoria apoiando ativamente as iniciativas.

Além disso, 52,5% delas afirmaram ter um profissional dedicado com formação em saúde mental. Neste item, as empresas no Uruguai se diferenciam das demais da região, pois 100% possuem um coordenador dedicado com formação na área.

A pesquisa também avaliou resultados de programas já implantados. Segundo as empresas, a gestão de saúde mental é uma prática em processo de implementação e já alcançou alguns progressos visíveis.

As empresas reforçarão os investimentos em ações de saúde emocional porque, em alguns casos, tiveram algumas tentativas isoladas de implementação, porém não houve progresso visível. As ações internas foram comentadas, mas, na prática, não evoluíram e não fizeram parte dos objetivos da companhia.

Poucas empresas analisam dados

Outras frentes para identificar problemas de saúde mental são as análises de registros de incapacidades médicas. Porém, poucas empresas fazem isso. Só 29% disseram analisar.

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