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A Esfinge de Tebas e a importância das ferramentas de análise de preferências

As ferramentas que falam das preferências comportamentais têm auxiliado várias pessoas, em todos os cargos, de todos os níveis e idades

Desde sempre somos convidados à reflexão sobre nós mesmos procurando entender quem somos, o que nos satisfaz e onde desejamos chegar.

Na busca incansável por respostas, mitos surgiram, e algumas narrativas fantásticas como o da esfinge de Tebas, que nos provoca a olhar externamente para entender quem somos.

Hoje, mais do que nunca, temos esse olhar para fora. Vivemos na era de pesquisas instantâneas e respostas rápidas (se você não conhecia, deve ter pesquisado qual o mito da esfinge de Tebas, certo?) e muitas vezes de discussões superficiais.

Hoje em discussões corriqueiras, falamos de inteligência emocional, neurolinguística, inteligência cognitiva, mapeamento comportamental e outra imensidão de assuntos relacionados ao desenvolvimento.  Buscamos entender os conceitos, mas poucas vezes refletimos como eles podem ser aplicáveis a nós mesmos.

Somos especialistas no que acontece externamente, assim como o mito, mas será que nos perguntamos: quais são de fato minhas preferências? Onde estão meus talentos? E minhas limitações? Essas podem travar o que desejo para minha trajetória? Preciso desenvolvê-las ou somente monitorá-las? Quais meus valores? Meu propósito?

Assim como podemos acessar rápido as respostas das nossas dúvidas mais corriqueiras, hoje podemos acessar de maneira estruturada e profunda, informações sobre nossas preferencias, e então nós desafiamos o mito.

Preferências que nos auxiliam a responder algumas das questões acima e nos ajudam a refletir.

As ferramentas que falam das preferências comportamentais têm auxiliado várias pessoas, em todos os cargos, de todos os níveis e idades a entender quais deveriam ser os próximos passos.

Já faz um tempo que eu me aprofundo em mim mesma. É impressionante como as ferramentas de identificação de preferências de comportamento me ajudaram, e ainda me ajudam, a entender meus motivadores, o que não é tão fundamental pra mim, e principalmente monitorá-los.  Eu costumo brincar, que esse tipo de ferramenta é mais eficiente que jogo de cartas, leitura das mãos ou qualquer outro “adivinha”, óbvio que sem julgamento, mas me assusta a precisão dos resultados. O que é magnífico neste processo, são os gatilhos apresentados e tudo é baseado em um ponto: a sua preferência! Hoje, eu estou no comando do meu avião, pilotando com conhecimento profundo da rota… o que facilita muito minhas interações e principalmente a governança de mim mesma, não só como profissional, mas, também como indivíduo, aumentando meu grau de segurança para uma série de questões, principalmente em momentos de tomada de decisão que envolvem riscos, diz Mariana Adensohn, Gestora de RH do ifood para América Latina.

Corporativamente, utilizar ferramentas para oferece uma percepção precisa de como as pessoas atuam no ambiente de trabalho, provendo um alto grau de segurança para o processo de recrutamento & seleção e assessments; identificando áreas em que se deve maximizar investimentos com aprendizagem e desenvolvimento; e compreendendo onde aprimorar a satisfação de funcionários para evitar a rotatividade, é um dos trunfos que tem sido explorado pela liderança das empresas.

Conhecer suas preferências, faz você não perder tempo gerenciando algo em que você não é “tão bom”, mudando o enfoco para suas fortalezas, pois são elas que te ajudaram a resolver inclusive os pontos de dificuldades.

Cada um de nós, como Esfinges de Tebas, precisa mais do que resolver, identificar os seus enigmas, muitas vezes nós somos nossos próprios oponentes. Conhecer suas preferências, mostra muitas vezes interesses específicos por uma opção que se conecta imediatamente a uma afinidade sem subjetividade, ou seja, você cria a possibilidade de encontrar e conhecer seus espaços para saciar seus interesses de forma livre e precisa.

Busque uma ferramenta e divirta-se… descobrir suas preferências pode ser melhor do que você imagina.

Por Valéria Pimenta, Diretora da Thomas International

 

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