Saúde

Cinco dicas para evitar problemas na coluna no trabalho

Aprenda com especialista em coluna como adquirir mais qualidade de vida no ambiente de trabalho

Você sabia que as dores nas costas e a segunda maior causa de afastamento no trabalho por mais de 15 dias no país? Elas ficam atrás apenas de casos de fraturas. Segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho, em 2017 foram 12.073 casos de dores nas costas – 6,13% de um total de 196.754 afastamentos.

A postura correta nas atividades do dia, que inclui o trabalho, ajuda a evitar dores nas costas. Pensando nisso, o ortopedista, cirurgião de coluna vertebral e professor da Faculdade de Medicina Santa Marcelina, Dr. Luiz Cláudio Lacerda dá alguns conselhos para evitar que esse mal atrapalhe sua vida profissional e pessoal.

– Se você fica muito tempo sentado, faça intervalos de 10 minutos a cada 50 minutos para circular e aliviar a pressão nas costas e a tensão acumulada nos ombros e região cervical;

– Procure deixar o monitor a uma distância mínima equivalente ao comprimento de seu braço. “Já a regulagem da altura da tela deve ser entre 15 e 30 graus abaixo de sua linha reta de visão”, explica o especialista.

– Caso fique muito tempo falando no telefone, evite apoiar o aparelho no ombro, isso força de maneira inadequada as estruturas do pescoço e coluna cervical. Segure sempre com a mão.

– Na hora de pegar algo pesado, fique atento! “Para não prejudicar sua coluna nesse momento, o indicado é que você carregue até 10% do seu peso, jogue o peso nas pernas e dobre os joelhos para pegar o objeto, nunca levantando com as costas”, explica Lacerda.

– Se você trabalha em pé, evite escorar sobre o balcão ou a mesa. Em caso de muito cansaço, o ideal é procurar um local para se sentar por alguns instantes.

“Além de seguir essas dicas, é fundamental que o indivíduo mantenha uma vida saudável, realize atividades físicas regulares, evite sobrecarga na coluna, aumente a ingestão de água e procure atendimento médico caso apareça algum desconforto na região para uma avaliação clínica correta e completa”, finaliza o ortopedista.

 

 

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