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Conheça a gestora de carreiras que impacta milhares de pessoas com sua história de sucesso

De sacoleira a diretora nacional de vendas, a pedagoga e executiva especializada em comportamento criou o movimento #nomimimi e roda o Brasil em palestras voltadas tanto para líderes como funcionários

Erika Linhares, executiva especializada em comportamento e cultura dentro de organizações, chegou a ser sacoleira aos 15 anos quando o pai, dono de uma imobiliária, perdeu tudo na década de 90. Trabalhou ainda na área pública na Prefeitura de Sete Lagoas, em Minas Gerais. Depois de entrar na faculdade de pedagogia, começou a carreira no sistema privado aos 19 anos, ganhando R$ 350 reais como atendente de loja. Vinte anos depois, deixou o mercado corporativo como diretora nacional de uma das maiores empresas do Brasil para atuar como gestora de carreiras em sua empresa, a B-Have.

Mais de 15 mil pessoas e 600 parceiros comerciais passaram pela gestão da executiva. Muitos dos ex-funcionários dela se tornaram presidentes de empresa, diretores e donos do próprio negócio. Com o olhar de educadora, pedagoga e gestora, a empresária acredita que educar as pessoas no ambiente de trabalho é fundamental para que sejam mais engajadas e felizes, além de trazerem mais resultados para a empresa.

“CEOs precisam sair de cima do muro e entender que o maior patrimônio de uma empresa são as suas pessoas e é preciso cuidar delas. Dá para ser feliz e próspero no trabalho mudando o comportamento das pessoas. Técnica sem comportamento é desperdício. E comportamento evolui. Um funcionário feliz e engajado produz mais”, diz Erika.

Em 2018, a mineira de Belo Horizonte, que mora há sete anos no Rio de Janeiro, fundou a B-Have com os sócios Gabriela Couto, especialista em Gestão de Pessoas, e Laercio Faria, administrador com MBA em Gestão de Negócios com o objetivo de acabar com os mimimis dentro das empresas. Criadora do movimento #nomimimi, a empresária acredita que é preciso acabar tanto com a vaidade dos chefes que se mostram donos da verdade e que não escutam as pessoas, como também com as reclamações dos funcionários que se colocam no papel de vítimas.

“Pessoas que têm mimimi convivem com os problemas ou os usam como álibi. Ela espera a desculpa para dizer porque não entregou. Já uma pessoa não mimimi, incentivada a lidar com os problemas, não tem preconceito que abale, não tem chuva que pare, não tem crise que pare porque ela sempre vai achar uma alternativa para ser uma vencedora”, explica a empresária.

Com quase 40 mil seguidores no Instagram, Erika Linhares, que é casada e tem uma filha, de 11 anos, e um enteado de 9, é bem ativa nas redes sociais. Toda segunda, ela posta vídeos da série Segundou no canal dela no Youtube e Instagram com o objetivo de fazer com que as pessoas sejam mais felizes no trabalho. Já, às terças, às 19h30, ela faz lives no Instagram em que aborda diferentes temas. Toda semana também ela posta artigos nas redes sociais.


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O home office não precisa estar expresso no contrato de trabalho, podendo ser previsto apenas em políticas corporativas, por exemplo. Saiba mais: http://bit.ly/2VwNNat


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