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Cubo coworking Itaú anuncia expansão

Nova sede terá capacidade para abrigar cerca de 210 startups 

 O Itaú Unibanco e a Redpoint eventures anunciam a expansão do Cubo coworking Itaú – centro de empreendedorismo tecnológico. Para poder abrigar mais e maiores startups, o Cubo ocupará um edifício com 12 andares, quadruplicando a capacidade para cerca de 210 startups residentes, bem como parceiros, tornando-se o maior centro de empreendedorismo da América Latina.

 A motivação para a expansão é aumentar a escala do impacto que o Cubo realiza no ecossistema, em âmbito nacional e internacional. A expectativa é de que as atividades passem a acontecer no novo endereço já a partir do primeiro semestre de 2018, com mais de 1.250 residentes trabalhando diariamente no local e mais de 2.000 pessoas circulando por dia no espaço.

Além disso, o Cubo passa a oferecer apoio a empresas que não estão abrigadas no prédio, mas que participarão da comunidade de forma digital. Essas empresas terão acesso aos serviços de recrutamento, matchmaking com executivos e todo o conhecimento criado no ecossistema.

O hub conecta em um mesmo lugar todos os agentes deste mercado, como empreendedores, investidores, grandes empresas e universidades, e pretende fazer isso em proporção ainda maior.

 Por ser uma iniciativa de fomento e, dado o seu espaço físico, o Cubo chegou em um limite no qual só é possível ajudar um determinado número de startups. “O Cubo foi criado para trazer o ecossistema do Vale do Silício para o Brasil. Fomos bem sucedidos e, hoje, temos uma lista de espera grande de empreendedores que querem ter o seu escritório aqui. Identificamos uma demanda do mercado e vamos trabalhar para atendê-la”, afirma Ricardo Guerra, diretor-executivo do Itaú Unibanco.

 Lineu Andrade, diretor do Itaú Unibanco responsável pelo Cubo, detalha que um dos desafios do banco é sua constante evolução digital e o centro de empreendedorismo é parte desse processo. “À medida em que aproxima os nossos colaboradores de um ambiente inspirador, o Cubo estimula o desenvolvimento de soluções cada vez mais inovadoras e alinhadas às necessidades dos nossos clientes”, explica.

 Segundo Flavio Pripas, diretor do Cubo, para uma startup se tornar residente é preciso que ela ofereça uma solução escalável para um problema real. Se essa startup cresce e permanece no Cubo, poderá contribuir para que outras startups também atinjam um nível de maturidade relevante. “Além disso, com a expansão, cada vez mais as grandes empresas poderão usar o Cubo como ferramenta para estimular seus projetos de inovação. Com isso, estaremos cumprindo o nosso compromisso de fomentar o ecossistema de maneira ampla”, ressalta Pripas.

 Para Anderson Thees, co-founder e managing partner na Redpoint eventures, a nova estrutura permitirá ampliar as iniciativas e a atuação setorial com parceiros em segmentos específicos. “Vamos trabalhar de forma cada vez mais próxima com grandesempresas que são expoentes em áreas importantes do nosso mercado. Com isso, traremos conhecimento e recursos para que as startups acelerem cada vez mais o ritmo de inovação e tragam ainda mais eficiência para o Brasil.

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