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Empresas brasileiras se preparam para estruturar a folha de pagamento na era digital

 97% das empresas centralizam os dados da folha de pagamentos em um único sistema

As empresas brasileiras trabalham para estruturar a gestão da folha de pagamento com a chegada da era digital. Segundo levantamento realizado pela EY, com gerentes e coordenadores de RH de companhias brasileiras, 97% dos entrevistados centralizam seus dados em um único sistema para maior facilidade na gestão de informações, enquanto 74% acreditam que o serviço é de responsabilidade da área de Recursos Humanos.

Com o avanço da tecnologia, muitas empresas começam a se preparar para remodelar seus conceitos em diversas frentes, uma delas é folha de pagamento. A pesquisa reportou que 59% das empresas realizam internamente esse serviço, enquanto 22% tem esse trabalho terceirizado. Em comparação com o Global Payroll Survey da EY realizado em 2017, é possível verificar que as empresas com atuação global têm optado por modelos híbridos de operação (43%), enquanto o processamento interno fica em segundo lugar (38%).

O processo de folha de pagamentos não é totalmente automatizado, embora existam diversas soluções disponíveis no mercado, segundo 62% dos entrevistados o sistema não fornece os dados necessários para a tomada de decisão das companhias no que se refere à gestão de mão de obra, dimensionamento de equipes e custos associados a remuneração e benefícios. Dos participantes, 78% afirmam que há possibilidade de intervenção manual em alguma etapa do processo.

O estudo ressalta ainda que há uma forte tendência por parte das empresas em procurar soluções integradas por meio de um único provedor, além do uso de robótica e Analytics, com a finalidade de otimizar seus processos. “Hoje com novas tecnologias, é possível otimizar os processos a fim de garantir mais eficiência. Existe uma predominância do modelo de operação interno, que conta com uma média de oito profissionais dedicados ao processamento da folha de pagamentos. Isso demonstra que o esforço necessário para realizar as etapas do fechamento é elevado, mesmo quando a empresa opta por outros modelos terceirizados”, afirma Marcelo Godinho, sócio de consultoria em gestão de pessoas da EY.

 

 

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