Dança das cadeiras

Engineering muda sua rotina de Recursos Humanos para suportar a nova Economia Digital

Companhia de Tecnologia da Informação transforma seus processos de Gestão de Pessoas e traz nova executiva para liderar movimento de mudança cultural

Os funcionários são os primeiros clientes em uma empresa. Essa máxima se baseia na lógica de que o profissional satisfeito refletirá, por consequência, os resultados para o cliente externo. Com essa premissa e atuando num mercado desafiador, como o de Tecnologia, a Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital, está inovando seus processos de Recursos Humanos.

A estratégia visa suportar a Economia Digital, que requer atendimento ágil e constante para promover melhores experiências aos clientes externos. Para liderar esse movimento, a Engineering nomeou Caroline Gonçalves como Head of People & Culture Transformation, que traz em sua bagagem mais de 15 anos de experiência no setor de RH, tendo passado por empresas como PepsiCo, Vale, Benner, Tribunal de Justiça de São Paulo, entre outras.

De acordo com Caroline, o foco será trabalhar para que a Engineering, cada vez mais, implemente os princípios da Transformação Digital de dentro para fora, pois ela começa internamente, ou seja, da mudança de mentalidade dos colaboradores para uma atuação muito mais ágil, jovem, orientada ao trabalho em equipe, de questionamento dos status quo e de colocar ideias em prática. Uma das aplicações é organizar times de trabalho multidisciplinares, no formato de squads, para facilitar a troca de experiência com o objetivo de discutir e criar soluções tendo o cliente como centro de tudo.

“Estamos aproveitando esse momento de viver a Transformação Digital não só externamente, mas dentro da nossa empresa. Essa medida faz com que todos os colaboradores estejam alinhados à missão da empresa e, consequentemente, externalizem melhor a jornada de Transformação Digital para os clientes”, explica Caroline.

Caroline também trabalhará na experiência da jornada do colaborador, desde o processo seletivo até o desligamento. Isso quer dizer que em todos os pontos de contato e níveis, os profissionais recebem e também dão feedbacks em relação às suas inspirações dentro empresa, os benefícios, o clima organizacional, entre outros. “A ideia deste modelo é identificar pontos que podem ser melhorados internamente ao invés de ficar medindo o turnover. Com isso, conseguimos evoluir o ambiente interno e, assim, criamos um clima competitivo em relação às startups, que hoje são os modelos organizacionais que mais atraem os talentos”, acrescenta Caroline.

Outra medida trabalhada na nova gestão de RH é o “Café com o Presidente”. Os encontros visam aproximar os colaboradores do CEO, Filippo di Cesare, para que se sintam em uma estrutura sem hierarquias. “Por meio dessa comunicação horizontalizada, promovemos uma cultura em que todos são donos de seus projetos”, complementa Caroline.

Já do ponto de vista mercadológico, a alta demanda por profissionais qualificados também será um dos focos de atuação da gestora. “Há muitas vagas no setor e, em contrapartida, poucos profissionais. Nossa estratégia é valorizar os jovens talentos nas nossas equipes e ter profissionais com diferentes níveis de maturidade. Ao mesmo tempo, vamos intensificar nossos investimentos em treinamentos e capacitação para os jovens talentos evoluírem”, finaliza Caroline.


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