Gestão

Entenda como o designer organizacional impacta a cultura e a gestão das pessoas

Um tema com constante presença nas rodas de conversas entre os CEOs e empresários é como a tecnologia e a crise vêm forçando o repensar das estratégias organizacionais.

Muitos optam em mudar de mercado, de segmento de cliente ou localização, mas poucos se dão conta do impacto que o design organizacional tem em seus negócios. Ao repensar as estruturas internas, há o realinhamento dos papéis, funções e tecnologias usadas internamente.

Também é possível observar que vários diretores e CEOs acham cada vez mais difícil trabalhar com estruturas desatualizadas ou disfuncionais. Tal dificuldade é natural, afinal, as hierarquias corporativas anteriores não foram pensadas para acompanhar o ritmo das mudanças que vivemos hoje.

Existe um esforço para ampliar esse pensamento e procurar uma adaptação, porém, a hierarquia anterior permanece, dessa vez escondida sob uma nova estrutura, o que diminui a eficiência das mudanças. Cedo ou tarde, a empresa começa a encarar os mesmos obstáculos.

A impressão que temos é de que essas pessoas ignoram o trabalho do designer organizacional e as transformações que esse profissional pode promover.

Quem é o designer organizacional?

O designer organizacional parte do conceito de Design Thinking, combinando os aspectos de coach e de consultor com o objetivo de ampliar as competências da empresa e gerar soluções. Esse profissional olha para o futuro antes de estruturar os projetos.

Assim, o executivo tem em mãos as ferramentas necessárias para adaptar a empresa às mudanças, com o uso de estratégias que priorizam a inovação e o crescimento.

Como o designer organizacional impacta as empresas

A cultura de uma corporação reflete os seus valores e propósitos. Porém, mesmo organizações mais tradicionais e familiares devem manter os olhos no que está por vir, para que consigam manter a sua competitividade.

O designer organizacional é a pessoa que traz essas tendências e sabe o que deve ser mudado para que as corporações possam acompanhar tais mudanças.

Tais ajustes na cultura também refletem na gestão de pessoas, afinal, temos uma abordagem hoje que valoriza os profissionais e os coloca como peças importantes para o crescimento da empresa.

Esse novo olhar exige ações que estimulem o engajamento e a retenção dos funcionários, com o investimento em treinamentos, tendo em mente que o desenvolvimento dessas pessoas reflete diretamente no resultado da empresa.

Um dos conceitos do Design Thinking é colocar o cliente no centro das decisões, e é justamente isso que o designer organizacional faz: coloca o empregado no foco e a partir disso, consegue adaptar a gestão e a cultura corporativa.

Como resultado, podem ser observados a maior relevância da marca e o potencial para superar a concorrência.

Por Marco Ornellas – Formado em Psicologia, Dinâmica dos Grupos e Design Thinking


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