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Mulheres são maioria na EAD ocupando 55,7% das vagas nos cursos à distância

Por oferecer flexibilidade de horário e local, a EAD tem sido uma boa oportunidade para as mulheres que almejam continuar seus estudos

O mercado de trabalho é cheio de desafios. Para as mulheres, eles podem ser ainda maiores. Mesmo com várias mudanças importantes na atual sociedade, o público feminino ainda continua enfrentando algumas diferenças em relação aos homens, seja na empregabilidade ou mesmo no empreendedorismo. Uma boa maneira de enfrentar esse cenário é manter-se sempre atualizado, com curso superior, de pós-graduação ou mesmo livres. E para facilitar esse processo desafiador, muitas mulheres vem optado por continuar seus estudos com ensino a distância, uma vez que tem se mostrado vantajoso, principalmente no que se refere à flexibilidade, pois podem estudar no horário e local que mais lhes for conveniente.

 

Tanto que não é à toa que o público feminino hoje é maioria na Educação a Distância, representando 55,7%, versos os homens com 44,30%, de acordo com CensoEAD.BR, da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED). “E mesmo que a atual sociedade tenha caminhado bastante na garantia de direito às mulheres no mercado de trabalho, é importante lembrar que ainda existem muitos pontos que merecem atenção, como, por exemplo, o relatório recente do Banco Mundial sobre o tema, que aponta que apesar das mulheres representarem mais de 50% da população do nosso país e serem 43% do total da força de trabalho, elas têm um nível baixo de ocupação de cargos de liderança, sendo apenas 37,8% das vagas de gerência são femininas”, acrescenta Josiane Tonelotto, conselheira da ABED.

 

Outro desafio que se apresenta às mulheres é a maior responsabilidade pelos cuidados do lar. Isso porque mesmo que o casal trabalhe fora, elas geralmente ficam coma maior parte do serviço doméstico e os cuidados com a família, o que se configura a sua vida profissional como um 3° turno de trabalho. “Podemos perceber que, mesmo com todo o avanço, o público feminino ainda fica atrás do masculino na ascensão profissional. Somado a isso, a formalização das mulheres no mercado de trabalho continua sendo menor, basta observar os números em que a média dos homens que têm carteira assinada é de 76,8%, já a das mulheres é de 71,1%”, ressalta Josiane Tonelotto.

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