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Pesquisa revela etiqueta musical no mundo corporativo

Rihanna poderia fazer o remix “Please Don’t Skip My Music” depois dos resultados de uma pesquisa realizada pela Deezer, plataforma de streaming global de música. Depois de entrevistar 8 mil pessoas em quatro países – Brasil, França, Alemanha e Estados Unidos – para descobrir como se dá o compartilhamento de playlists em ambientes de trabalho, foi revelada a existência de uma etiqueta musical não muito flexível: 30% dos colegas não pensa duas vezes na hora de pular uma faixa que não curte para colocar outra de sua preferência. Aliás, 42% assumiu que o fato de tocar um som ou gênero musical que não agrada é ou já foi motivo de discussão e até brigas no escritório.

Mas não para por aí, já que essa etiqueta musical “invertida” se estende para além das quatro paredes. Ao averiguar que cerca de 87% dos entrevistados gosta de tocar suas músicas favoritas repetidas vezes – no Brasil, essa a estatística sobe para 96% -, é possível entender por que mais de um terço (uma média global de 37% contra 44% dos brasileiros) tende a pular a faixa favorita de outra pessoa em casa também. No carro, outros 32% pulam a faixa de outros passageiros (em contrapartida a 25% dos brasileiros).

No entanto, há aqueles que ficam de boa. É o caso dos 27% que afirmam não pular uma música por considerar o ato como falta de educação, bem como também é o de outros 31% que não o fazem para que possam descobrir novas faixas. Detalhe curioso: se boa convivência e empatia foram pré-requisito para o emprego, os estagiários podem levar a melhor. Segundo a pesquisa, apenas 3% dos universitários pulariam as músicas escolhidas por um amigo na faculdade.

“É sempre tentador comandar a playlist em um espaço compartilhado, como o ambiente de trabalho, pois é fácil desconsiderar uma música que não gostamos ou conhecemos. Porém, pular músicas escolhidas por outras pessoas pode causar tensão na medida em que você esperar que suas músicas sejam reproduzidas até o fim. Queremos promover mais a tolerância musical, incentivar as pessoas a descobrirem uma próxima faixa favorita e deixar os colegas tocarem suas faixas até o fim – dando a oportunidade para todos terem sua vez como DJs do escritório”, comentou Gabriel Lupi, Head of Content and Artist Marketing da Deezer.

Um infográfico da WebFX sobre o Impacto da Música na Produtividade mostrou que 61% das pessoas que trabalham com a playlist tocando se sentem mais felizes e produtivas – e, de fato: de acordo com os estudos, 90% dos trabalhadores têm melhor desempenho, enquanto 88% realizam um trabalho mais preciso quando ouvem música.

Para criar e compartilhar playlists com seus amigos e colegas de trabalho (que, por sinal, esperamos que não sejam do tipo que pulam!) acesse www.deezer.com, encontre suas faixas favoritas ou descubra novas músicas.

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