Opinião

Por que Ricardo Boechat fará tanta falta?

José Roberto Marques, fundador do Instituto Brasileiro de Coaching - IBC, Instituição em Coaching, fala das características marcantes e únicas do jornalista

O último dia 11 de fevereiro foi marcado por mais um evento triste para a sociedade brasileira neste começo de 2019. A trágica morte do jornalista Ricardo Boechat, um dos principais nomes do rádio e da TV brasileira, fonte de inspiração e confiança para milhões de ouvintes e telespectadores Brasil a fora, pegou a todos de surpresa.

Vítima da queda de um helicóptero que levava o jornalista (além do próprio piloto) da cidade de Campinas (onde havia ministrado uma palestra poucas horas antes) para São Paulo, Ricardo Boechat exibia inúmeras características pessoais e profissionais marcantes, sendo sua eloquência e incessante busca pela precisão jornalística verdadeiros estandartes. “É por isso que sua ausência deixa um enorme vazio no Jornalismo e na indústria da comunicação brasileira e sua morte nos comoveu tanto. Boechat era simplesmente a voz do Brasil”, afirma José Roberto Marques, fundador do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, que será um dos conselheiros da temporada 2019 do programa “O Aprendiz”, de Roberto Justus, veiculado na Band.

“Boechat atingiu o mais alto patamar em sua carreira. Era uma das mentes mais brilhantes que o Brasil já viu. Ele trabalhou nos principais meios de comunicação do país e, nos últimos anos, era âncora do Jornal da Band, emissora que será praticamente a minha segunda casa nos próximos meses”, afirma JRM.

O enorme sucesso de Boechat não pode ser explicado apontando apenas uma ou outra de suas características mais marcantes. Para o fundador do IBC, “Boechat era completo, contava com diversas qualidades que faziam milhões de pessoas admirarem o seu trabalho”.

“Para começar, ele era dono de uma habilidade de articulação e oratória fenomenais. Todo mundo parava para ouvir o que o Boechat tinha para falar. São poucas as pessoas que têm esse poder. Só que, apesar disso, ele parecia ser uma pessoa humilde e sempre aberta ao diálogo, outra característica das pessoas de sucesso”, analisa JRM, e complementa: “Não é à toa que ele era admirado por tanta gente. Ele era um exemplo para outros jornalistas e para os cidadãos em geral. Sua postura firme e indignada frente aos principais desafios do Brasil como nação, seja no âmbito político, econômico ou social, refletiam aquilo que os espectadores queriam dizer e ouvir. E Boechat fazia tudo isso sem perder sua qualidade humana incomparável”.

Para JRM, o trabalho de Boechat não foi reconhecido apenas pelos inúmeros prêmios recebidos, mas pelo profissionalismo impecável. “Ele cumpriu com o seu chamado em vida e com certeza deixou o seu legado no mundo”, arremata o fundador do IBC.

 

 

 

 

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