Boas práticas

Presidente do McDonald’s deixa o escritório e trabalha em restaurante

Paulo Camargo atendeu clientes e interagiu com funcionários como forma de celebrar os princípios e valores da companhia

Presidente do McDonald's deixa o escritório e trabalha em restaurante

“O que você diria ao presidente do McDonald’s se ele estivesse aqui?” Essa foi a pergunta feita ao um grupo de cinco amigos que almoçava no restaurante conceito da Henrique Schaumann, na última sexta-feira. “Eu diria que amo muito tudo isso!”, disse Vinicius Porto, sem imaginar que o funcionário que estava sentado à sua mesa era Paulo Camargo, justamente o executivo responsável pelas operações da marca no país. Ao saber que se tratava do presidente em pessoa, os clientes fizeram questão de apertar a mão de Camargo e parabeniza-lo pelo trabalho. “É tudo muito bom”, afirmou Gabriela Betti, uma das mais surpresas do grupo.

Ao longo do dia, Camargo – e todos os funcionários dos escritórios da empresa – foram para o restaurante celebrar o Dia do Fundador, uma ação global já tradicional para celebrar os princípios e valores da companhia. O executivo fez o break (almoço) com os funcionários, entregou pedidos aos clientes, realizou tarefas de limpeza e até resolveu um problema pontual de queda de sistema. “Nossa liderança não se limita aos rankings econômicos, que demonstram que para atingir a nossa participação de mercado é preciso praticamente juntar os outros cinco players de mercado”, afirma Camargo. “Nossa liderança começa nos restaurantes, com a nossa gente, com produtos de qualidade e transparência.”

Alguns funcionários também se surpreenderam com a presença de Paulo Camargo no restaurante conceito. A recém-chegada Josy não sabia que estava trabalhando ao lado do executivo. “Nem imaginava! Achei uma atitude muito legal”, disse. Durante o almoço com os funcionários, o presidente da companhia ouviu histórias pessoais e também contou a sua. “Eu estudava à noite e torcia para a aula não atrasar, porque eu tinha que pegar o ônibus que passava às 23h35. Se perdesse, tinha que caminhar e pegar o trem para Carapicuíba”, contou, diante dos olhares atentos dos atendentes.

 

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