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Reforçando a proteção à saúde dos colaboradores em meio à crise econômica

A preservação da saúde de todos junto à retomada das atividades econômicas impõe um equilíbrio delicado e extremamente desafiador

Podemos observar os primeiros países afetados pela pandemia do novo coronavírus começarem a flexibilizar suas medidas de isolamento após longos e severos períodos de quarentena ou lockdown. As medidas são cautelosas e gradativas, já que a OMS não descarta a possibilidade de uma segunda onda de infecções pelo mundo. O Brasil, no entanto, ainda enfrenta o que talvez seja o pico da pandemia no país. Até este levantamento, superamos a marca de 400 mil casos confirmados e mais de 25 mil mortes por covid-19.   

Nesta conjuntura, as previsões econômicas para 2020 devem ser encaradas com seriedade, já que o mundo enfrentará uma inevitável e acentuada recessão global. Considerando apenas as estimativas continentais, um relatório elaborado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em conjunto com a Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) prevê uma diminuição de 5,3% do PIB do bloco, desencadeando a pior retração econômica nesses países desde 1930

A preservação da saúde de todos junto à retomada das atividades econômicas impõe um equilíbrio delicado, extremamente desafiador e inédito para os poderes públicos e empresas que operam parcial ou integralmente. Novas estratégias também deverão ser analisadas para os empreendimentos que estão com suas operações paralisadas.  O estado de São Paulo, por exemplo, anunciou recentemente seu modelo de retomada das atividades econômicas com flexibilizações progressivas, de acordo com a gravidade da pandemia em cada cidade. Entre as regras para a abertura parcial das atividades — que podem ser revogadas — estão a ocupação de leitos de UTI (menor do que 60%), taxa de isolamento (de pelo menos 50%) e diminuição de novos casos de coronavírus por 14 dias seguidos.  
 

Retomada na prática: como as empresas podem seguir em frente? 

Os especialistas da MDS vêm acompanhando os desdobramentos da crise causada pela covid-19 desde seus primeiros impactos no mundo e no Brasil e, por isso, já preveem alguns comportamentos e apontam direcionamentos para ganhar agilidade neste momento.  

Um ponto extremamente importante a ser observado durante esta crise sanitária mundial é a saúde ocupacional. Além de planos específicos voltados à prevenção da covid-19 no ambiente corporativo, muitos gestores vão enfrentar desafios orçamentários relacionados à oscilação inevitável dos custos dos benefícios de saúde no país. Não por acaso, atenta à situação nacional, em março de 2020, a Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) estendeu, em caráter excepcional, os prazos máximos para realização de consultas, terapias, exames e cirurgias não urgentes.  

Ao somar o aumento dos casos de covid-19 ao gargalo de procedimentos clínicos em espera, acredita-se que, futuramente, haverá uma queda na receita das operadoras de saúde privadas atrelada à recessão econômica. Além disso, há também o risco de observar encarecimento e complicação na  gestão de saúde e benefícios das empresas.  

Diante destas variáveis, as empresas ainda precisam eleger meios e viabilizar recursos para manter os benefícios e coberturas oferecidas aos colaboradores neste momento delicado, além de reforçar as iniciativas de prevenção e promoção à saúde enquanto os funcionários estão dentro do ambiente de trabalho ou em regime de home office. 

É igualmente necessário reavaliar a forma de monitorar e incentivar o uso consciente dos planos à distância, lapidar o acompanhamento dos gastos com benefícios de saúde e evitar despesas desnecessárias, como, por exemplo, o excesso de utilização do plano por parte de beneficiários e dependentes.  

  Não menos importante, líderes também precisam estar atentos à saúde emocional dos colaboradores: é preciso acompanhar os que foram infectados e lutam contra o coronavírus, e também apoiar aqueles que passaram a fazer parte das estatísticas de aumento de casos de ansiedade ocasionada pelo isolamento. 

  Como a MDS pode auxiliar na Gestão em Saúde? 

Antes da pandemia, já contávamos com soluções dedicadas integralmente a assessoria e ferramentas especializadas para administração dos benefícios de saúde e aspectos importantes da medicina ocupacional. Agora, mais do que nunca, a Gestão Integrada de Saúde da MDS é de grande valia para mitigar os riscos à saúde corporativa e os custos operacionais das empresas no combate à pandemia.  

  Esse conjunto de processos, produtos e ferramentas ajudam a empresa a manter os funcionários amparados e os investimentos em saúde equilibrados para que os empresários possam focar em decisões mais estratégicas, mesmo em meio a um período tão turbulento.   

  O escopo da Gestão Integrada de Saúde é completo e abrange soluções complementares como: 

  • Gestão de Benefícios: padronização e otimização de processos e mitigação de custos desnecessários; 
  • Benefícios Flexíveis: adequação de benefícios feita a partir do estudo de perfis e reais necessidades de cada colaborador; 
  • Gestão de Saúde:  monitoria e auditoria de contas pautadas na análise de sinistralidade e gerenciamento de casos críticos, indicadores e riscos à saúde dos funcionários; 
  • Autogestão: administração direta dos cadastros dos beneficiários, contratos, rede credenciada e processos de liberação de procedimentos; 
  • Atenção Primária: ações customizadas para o cuidado contínuo com a saúde dentro das organizações através de estratégias diferenciadas e EAP; 
  • Concierge Médico: profissional designado para o acolhimento dos colaboradores e clientes. Figura especializada em avaliar, coordenar e traçar os melhores caminhos para a solução de casos críticos e de alta complexidade; 
  • Assessoria Atuarial: especialistas Benefícios, Seguros, Gestão de Riscos e Previdência Complementar à disposição para orientar gestores financeiros e de RH; 
  • Medicina Ocupacional: implementação de atividades regulamentadas pela Secretaria de Trabalho para proteger a saúde dos colaboradores e diminuir passivos trabalhistas; 
  • Gestão de Afastados: sistema automatizado e equipe técnica voltada a todos os aspectos da gestão de absenteísmo.  

Ressaltamos que neste momento crítico, a MDS vem trabalhando com transparência, afinco e proximidade para que possamos juntos atravessar a pandemia com serenidade e segurança. Continuamos protegendo seu mundo e estamos à disposição para auxiliar a sua empresa a implementar a Gestão Integrada de Saúde e outras medidas necessárias para mitigar riscos à saúde das pessoas e à continuidade dos negócios. Entre em contato em contato com nosso time e saiba como se resguardar.  

Por Gustavo Quintão, Vice-Presidente de Saúde e Benefícios da MDS Brasil 

 


 

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