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RHs investem em ações para engajar funcionários no home office

As equipes tiveram que se adaptar em modelo solo, sem a interação cotidiana que os escritórios promovem

Quem precisou começar trabalhar em casa por conta da pandemia do coronavírus, provavelmente encontrou diversos desafios para se adaptar ao novo modelo de trabalho e administrar melhor sua rotina. Além disso, as equipes tiveram que se adaptar em modelo solo, sem a interação cotidiana que os escritórios promovem.

Foi pensando nisso, que algumas empresas começaram pensar em ações que pudessem engajar e integrar melhor seus colaboradores nesse período de isolamento. A Magnetis, gestora de investimentos digitais, por exemplo, criou algumas ações internas para o bem estar da equipe. A empresa adiantou o pagamento de benefícios de alimentação, criou um happy hour remoto – todas as sextas-feiras a empresa irão sortear, via app, grupos de 8 pessoas para um se encontrarem por videochamada para bater um papo, conhecer melhor os colegas e se divertir. Além disso, a fintech criou um canal para compartilhar dicas de bem estar e produtividade, além de dicas culturais para esse período de isolamento social.

Com mais de 370 colaboradores, outro exemplo é o Olist, que oferece para os seus funcionários que não têm internet em casa, moldem para que possam trabalhar remotamente e ainda uma ajuda de custo para cobrir gastos como energia elétrica, internet e estação de trabalho. A partir dessa semana, 100% dos profissionais na empresa estarão trabalhando em home office, eles já receberam um documento online com informações sobre o Covid-19 (o que é, como surgiu, formas de contágio, sintomas da doença e como se prevenir) e também acesso a um canal no Slack onde todos do time podem compartilhar notícias confiáveis sobre a doença no Brasil e no mundo. Para àqueles da equipe que nunca tinham trabalhado de forma remota, o Olist ainda ofereceu algumas dicas e orientações de como trabalhar. Para não prejudicar àqueles que estavam prestes a ingressar na empresa, eles criaram rotinas de contratações e onboarding remotos.

Já a thanks for sharing, produtora audiovisual focada em vídeo animação 2D para o mercado corporativo, já adotava o modelo officeless (que é diferente de home office) antes da pandemia ocasionada pelo vírus. Por isso, os colaboradores recebem em casa as máquinas necessárias, webcam, fone de ouvido e toda uma estrutura para o trabalho remoto. Além disso, a empresa disponibiliza um cartão de benefícios com 500 reais por mês por funcionário para que estes façam upgrades de internet e de programas de produção audiovisual como um todo, para que o modelo de trabalho não comprometa a produtividade pessoal e da empresa. As reuniões periódicas são feitas por chamada em vídeo por uma questão de maior conexão entre as pessoas e são utilizadas ferramentas online para gestão de projetos e acompanhamento de tarefas.


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