Boas práticas

SumUp apoia participação paterna ativa na rotina dos filhos

Colaboradores homens de todas as posições poderão usufruir de licença paternidade remunerada de 90 dias

A SumUp, fintech global de soluções financeiras para microempreendedores, implementou este mês, no Brasil, o programa de licença paternidade remunerada de 90 dias. A nova prática é uma das ações da organização para apoiar paternidades ativas e promover igualdade de gênero entre os colaboradores. 

 

O período pode ser dividido em até dois momentos distintos: na ocasião do nascimento do bebê/adoção da criança ou à escolha do colaborador. A recomendação da empresa é que os homens estejam presentes no período final da licença da mãe e engajados nessa fase de transição para a família. Benefícios como vale refeição e alimentação serão mantidos integralmente durante toda a ausência do profissional. 

 

A novidade vale também para os casos de nascimento ou adoção, independentemente da idade da criança, por casais homoafetivos.

 

A implementação da política aconteceu após um levantamento interno, que identificou o desejo dos funcionários que são pais ou estão planejando a paternidade e querem estar ainda mais presentes na vida de seus filhos. “Percebemos que na SumUp muitos homens já flexibilizavam seu horário de trabalho para equilibrar com as demandas de casa, incluindo colocar os filhos para dormir ou levá-los para a escola”, afirma Fabiano Camperlingo, CEO da SumUp no Brasil. “Queremos criar uma cultura de trabalho que acolha e incentive o engajamento real do pai na experiência de parentalidade”.

 

O CEO da SumUp também identifica efeitos indiretos importantes da nova política de licença paternidade da empresa. “Reconhecer que pais devem ser cuidadores primários tão ativos quanto as mães, também é uma forma de promover igualdade de gênero, porque reforça que essa responsabilidade deve ser compartilhada por ambos e não ser uma exclusividade materna”. E conclui, “culturalmente a mãe é vista como a principal responsável pela criação dos filhos, sendo este um dos fatores que as sobrecarregam e, em última instância, impacta no desenvolvimento de sua carreira e até em sua remuneração. Queremos fazer a nossa parte para que homens e mulheres vivam plenamente tanto a sua experiência parental quanto a profissional”. 

 

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